Pular para o conteúdo principal

A cada dia o pequeno Joa cresce em estatura, graça e muita bagunça!


Andar, caminhar é pouco para ele, o barato agora é correr. A largada é na sala, o danadinho sai em disparada tirando fina do batente da porta, atravessa a cozinha batendo nas cadeiras, caindo e se levantando, lá vai ele em direção ao corredor.
A corrida é desengonçada e engraçada, parece um pingüim ou um patinho.
No rosto é marcante a presença do sorriso, ainda com poucos dentes, mas cativante. Ele tem uma carinha engraçada.
Ele ta crescendo e a personalidade começa aparecer, às vezes genioso, já exige que suas vontades sejam atendidas, para nós pais é difícil encontrar o equilíbrio entre o que é engraçado e faz parte das descobertas e o que já deve ser cortado.
Hoje ele tem um ano e seis meses, e como eu já disse, para que andar se correr é mais gostoso?!
O Joa já tem suas paixões e fala pelos cotovelos, do jeitinho dele é claro.
Ah propósito, Joa foi o apelido que eu tentar vender, também tentei Bagunça, mas não vai colar, ele próprio se batizou de Timtim.
Foi surpreendente para nós quando em determinado momento ao pegar uma fotografia em suas mãos sem titubear ele mandou um Timtim. Agora ao ser perguntado qual o seu nome, ele responde Timtim.
Mas voltando as paixões, o Timtim já fala com clareza algumas palavras, uma delas é moto, e como ele gosta de moto, o que impressiona é que não houve nenhum estimulo ou incentivo para que ele conhecesse ou estivesse próximo a uma, eu vendi a minha antes dele nascer. Agora ele usa e abusa da moto do Tio Diego, até consegue apertar o botão da partida elétrica e ligar a moto, ele também desfila com a moto elétrica que a Vó Imaculada o presenteou.
Outra paixão é a rua, todos os dias ele precisa dar um passeio, de carrinho ou a pé, ele tem que ir a “ua”, como ele fala. E lá vai ele e a Tia Dê, é assim que ele chama a Alessandra.
Música também ele gosta, aos sábados acompanha os ensaios da banda DOCKZinc, com sua bateria.
Bolo, pão, bola, papai, mamãe, tia, tio, xixi, moto, mão e Nenê que é o apelido do Avô dele são pronunciados claramente.
No vocabulário dele têm:
Bó para vó;
tarro para carro;
ua para rua ou lua, depende do contexto;
tane para carne;
tuco para suco;
popo para copo;
abi para abrir;
pota para porta;
enta para sentar;
tai para saí;
cete para capacete;
eite para leite;
tem para trem, ele gosta da música do trenzinho comilão do Padre Zezinho;
tato para gato.
E não poderia faltar o gol, ele levanta os braços e dispara gol do Timtim, claro que fiz questão de ensinar e fico martelando para pegar ainda mais.

Confira o vídeo, por hoje é só.


Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

Eu o técnico!

Estou na minha casa quietinho no meu canto, fazendo gracejos e palhaçadas para o Joaquim dar risada, quando de repente, toca o telefone. - Alô Eu digo. Do outro lado a voz diz. - Luciano, aqui é o Ricardo Teixeira, presidente da CBF, tudo bem? Eu respondo. - Tudo bem, mas não acredito. - pode acreditar sim. Diz a voz do outro lado. - qual o motivo da sua ligação. Eu pergunto. - gostaria que você escalasse para mim a seleção brasileira para o próximo amistoso. Então eu perguntei. - vale o momento? Não preciso vencer o jogo? - quem você quiser, eu quero um time novo. Diz o presidente. Então eu comecei a escalar. - anote ai presidente. - Victor no gol, com o Maicon na lateral direita, Miranda e Thiago Silva e Juan do flamengo na lateral esquerda. - para o meio campo presidente eu chamo o Pierre, o Hernanes, o Ganso e o Diego. - para o ataque, Neymar e Diego Tardelli. Este seria o time para começar o trabalho. - Abraços presidente.

Redação minhas férias!

O Eduardo que trabalha comigo disse em tom de brincadeira que eu deveria escrever uma redação sobre as minhas férias. Inspirado por um momento resolvi fazê-lo. E foi na manhã chuvosa do dia 31 de agosto de 2011 que comecei a rascunhar estas linhas. De repente eu estava ali, inerte, sem preocupações com qualquer coisa que seja, eu estava entregue ao mundo do Joaquim. Ele tinha um caderno e uma caneta em mãos, estávamos sentados na cozinha, ele me tomou pela mão e me levou para lá. Afinal de contas lugar de mineiro é na cozinha, o coração da casa. Ele abriu o caderno e começou a rabiscar, o mundo era só ele e eu, meus olhos caminhavam por aquelas linhas mal traçadas pelas pequenas mãos dele. (na época ele tinha um ano seis meses. Eram linhas tortas, círculos ovais, isto era o que meus olhos enxergavam, mas meu coração via um pedacinho de mim crescendo e tomando suas próprias formas, descobrindo seus próprios caminhos. Ali ficamos por mais de meia hora, ele rabiscava papéis em bran...

O Bagunça!

Sorriso fácil, mesmo que ainda sem dentes, rostinho redondinho, cabelo ralinho querendo encrespar, olhos que mais parecem dois risquinhos este é o Bagunça. Não importa a hora, seja à tarde, à noite ou de madrugada, lá está o Bagunça a sacudir os braços e as perninhas, é um agito só. O Bagunça nasceu em fevereiro, e em fevereiro tem carnaval, talvez isto explique tamanha folia. Fralda cheia ou vazia, o Bagunça quer agito, entre gritinhos de aus..., angus... e outros tantos us... o Bagunça quer é bagunçar. No meio da sala, pés descalços o papai faz careta, faz graça e muita palhaçada, no carrinho de capuz vermelho na cabeça o Bagunça é só risada. O papai pula, gesticula, canta e bate palmas enlouquecidamente, o bebê dá risada, agita as perninhas e os braçinhos freneticamente. A mamãe olha atentamente e não acredita que no vê. Tem que brincar, alegrar e estar com o bebê. O papai faz palhaçada, voltou a ser criança e o Bagunça vem no embalo. Ai ai ai, o Papai faz palhaçada para o Bagunça ...